Barão de Montesquieu 

 
 
 

 

  • A maioria dos homens é mais capaz de grandes ações do que de boas ações.
     
  • O dinheiro é valioso desde que saibamos desprezá-lo.
     
  • Raramente começa a corrupção pelo povo.
     
  • Combater a religião é atentar contra a sociedade.
     
  • O saber faz o homem ponderado e insinuante.
     
  • A sociedade é a união dos homens, e não os próprios homens.
     
  • A sociedade dá-nos a conhecer o ridículo; o retiro nos ensina a sentir os vícios.
     
  • O que aos oradores falta em profundidade sobeja em extensão.
     
  • Há duas espécies de homem: os que pensam e os que divertem.
     
  • Deveríamos chorar os homens quando nascem e não quando morrem.
     
  • É mais fácil passarmos aos filhos as nossas paixões que os nossos conhecimentos.
     
  • O homem não é pobre por não ter nada de seu, mas por não trabalhar.
     
  • As repúblicas encontram o seu fim com o luxo - as monarquias com a pobreza.
     
  • A vida do cortesão é uma constante servidão.
     
  • A maior ofensa que podemos fazer aos homens é ir de encontro aos seus costumes e cerimônias.
     
  • A liberdade é o direito que temos de fazer tudo quanto as leis permitem.
     
  • O pior governo é o que exerce a tirania em nome das leis e da justiça.
     
  • Quando, num país, o infortúnio se generaliza, o egoísmo, por sua vez, se universaliza.
     
  • Quando pretendemos mudar costumes e modos, guardemo-nos de o fazer pelas leis.
     
  • Inúmeras são as leis que vigoram desde a antiguidade, não por serem justas, mas por serem leis.
     
  • As leis são sempre úteis aos que possuem e prejudiciais aos que nada têm.
     
  • O homem piedoso e o ateu falam constantemente em religião: aquele fala do que ama; este do que teme.

 

 
 
   

 

Copyright© 1996/2007 - 11 anos navegando com  você  - Todos direitos reservados